se é angustia ou saudade, ódio ou amor, decepção ou só tristeza. Cada hora me confundo mais, não sei oque estou sentindo. Ao te ver sinto coisas, surreais, coisas que me fazem bem e mal ao mesmo tempo, coisas que me levam ao céu e me trazem de volta a terra ao mesmo tempo, coisas incriveis que ao mesmo tempo que me satisfazem, me machucam, e eu continuo não sabendo o porque de tudo isso. As vezes me canso de não saber exatamente oque se passa comigo, mas as vezes eu me sinto mais perto da minha certeza do que da minha indecisão. Bom, ao final de tudo, quando paro para pensar e relembrar de tudo, percebo que isso só isso tudo se não for o amor, oque mais pode ser ?
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Remar. Re-amar. Amar.
"Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Faz tempo que quero ingressar nessa viagem, mas pra isso preciso saber se você vai também. Porque sozinha, não vou. Não tem como remar sozinha, eu ficaria girando em torno de mim mesma. Mas olha, eu só entro nesse barco se você prometer remar também! Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que prometer que vai remar também, com vontade! Eu começo a ler sobre política, futebol, ficção científica. Aprendo a pescar, se precisar. Mas você tem que remar também. Eu desisto fácil, você sabe. E talvez essa viagem não dure mais do que alguns minutos, mas eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que afundar junto e descobrir que é possível nadar junto. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que por nós vale a pena. Remar. Re-amar. Amar." (Caio Fernando Abreu)
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
O tempo passa.
Mesmo quando isso parece impossível. Mesmo quando cada tique do relógio faz sua cabeça doer como se fosse um fluxo de sangue passando por uma ferida. Ele passa desigual, em estranhos solavancos e levando a calmaria embora, mas ele passa. Mesmo pra mim.
"Eu quase consegui abraçar alguém semana passada. Por um milésimo de segundo eu fechei os olhos e senti meu peito esvaziado de você. Foi realmente quase. Acho que estou andando pra frente. Ontem ri tanto no jantar, tanto que quase fui feliz de novo. Ouvi uma história muito engraçada sobre uma diretora de criação maluca que fez os funcionários irem trabalhar de pijama. Mas aí lembrei, no meio da minha gargalhada, como eu queria contar essa história para você. E fiquei triste de novo."
Assinar:
Postagens (Atom)






